Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2016

Os próximos dias na Casa Fernando Pessoa

Sábado, dia 6 de Fevereiro, às 19h00 (horário corrigido), é dia de Sem casas não haveria ruas, o programa que a cada mês nos une à BOCA e à Fundação José Saramago. Desta feita, celebramos a poesia de Nuno Moura.

Depois, quinta, dia 11 de Fevereiro, às 18h00, e a propósito do mais recente livro de Mariana Gray de Castro, Fernando Pessoa's Shakespeare: The invention of the Heteronyms, conversamos sobre Pessoa e Shakespeare.

Sábado, dia 13 de Fevereiro, às 15h00, regressa a visita temática Amor+Pessoa.

 

Todos os detalhes aqui.

Vemo-nos por cá, até breve.

publicado por CFP às 16:06
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016

A seguir, na Casa Fernando Pessoa

Na próxima semana, terça-feira, começamos uma parceria muito especial. Saímos de casa e damos início ao Clube dos Poetas Vivos com o Teatro Nacional D. Maria II. A começar este ciclo de sessões, a poesia de Hélia Correia.

Até lá e já amanhã, mais um recital Solistas da Metropolitana, Diálogos. Depois, sábado, a visita temática Almada em Pessoa.

 

Todos os detalhes em www.casafernandopessoa.pt ou aqui


Vemo-nos por cá, até breve

publicado por CFP às 09:35
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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016

Intervenção plástica de Leonor Brilha

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Sobre a recente intervenção na Casa Fernando Pessoa, diz Leonor Brilha (artista plástica):

 

“Este mural comunica de forma directa com a obra que já existia no túnel, a reprodução da caligrafia e mapas astrológicos. É da ideia de alma ou espírito por trás da caligrafia, do gesto que se transfigura na escrita, que surge este projecto que integrou o programa dos Dias do Desassossego´15. Se o expressionismo abstrato de Jackson Pollock foi um movimento baseado no gesto, como forma de atingir a subjetividade e expressão de individualidade do pintor, aqui, em cada silhueta, figura uma personalidade literária expressa no gesto, no traço. Cabe ao observador destrinçar que heterónimo se revela em cada uma. Para mim, Alberto Caeiro está presente na silhueta pintada com pequenas pinceladas (quase pontilhista), lembrando a pincelada de Van Gogh e o lado campestre de ambos. Este é um mural em que está também presente o “desassossego”: pelos gestos de expressão diversa, sobrepostos como um furacão de emoções - significando a presença do autor depois da sua morte. Deixamos de ter a figura e fica a obra, e esta é que transcenderá a sua vida, mantendo a sua herança pela eternidade.”

 

 

 

publicado por CFP às 15:11
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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2016

Janeiro e Fevereiro - Na Casa Fernando Pessoa

Começamos 2016 chamando para o “espaço da literatura, para os mundos dos livros, para o lugar da poesia, e abrindo o ano e as portas da Casa Fernando Pessoa”. Para lá dos livros apresentados e discutidos, pontuam ainda o calendário as visitas regulares e temáticas, uma oficina para pais e crianças e as parcerias.

 

Os livros apresentados e discutidos: desde logo, dia 21 de Janeiro, quinta, às 18h30, a nova edição do Livro do Desassossego, aqui em modo plural e na perspectiva da Professora Teresa Rita Lopes. Diz-nos a autora de Livro(s) do Desassossego que “No plural? – será a primeira surpresa. É verdade: o Livro é três livros: assinados por três autores, perfeitamente diferenciados: o Primeiro por Fernando Pessoa que, a certa altura, nomeou Vicente Guedes seu representante, o Segundo pelo Barão de Teive e o Terceiro por Bernardo Soares.” A acompanhar a autora nesta conversa estará António Carlos Cortez. Mais tarde, em Fevereiro, dia 11, quinta às 18h00, um outro livro será ponto de partida para um debate alargado: Mariana Gray de Castro apresenta Fernando Pessoa’s Shakespeare: The invention of the Heteronyms e conversa com Richard Zenith, Miguel Tamen e António Feijó sobre a grande paixão literária de Pessoa, William Shakespeare.

 

Os meses de Janeiro e Fevereiro são também pontuados por diferentes parcerias.

 

Regressa o ciclo Sem casas não haveria ruas que, a cada mês, nos une à Fundação José Saramago e à editora BOCA. Em Fevereiro, dia 6, sábado, às 17h00, o Sem casas não haveria ruas celebra a poesia de Nuno Moura. Iniciamos, fora de casa, com o Teatro Nacional D. Maria II, o Clube dos Poetas Vivos que, para arrancar, dia 2 de Fevereiro, terça, às 19h00 escolhe Hélia Correia. A coordenação deste ciclo cabe à actriz Teresa Coutinho. E passamos a receber os encontros da associação Acesso Cultura que, em Fevereiro, debate o papel da cultura na crise dos refugiados.

 

As propostas do Serviço Educativo para estes dois meses dividem-se entre as visitas temáticas Amor+Pessoa e Almada em Pessoa, e a oficina para pais e crianças “Descalçar botas d’elástico” e fazer uma revista modernista. As visitas regulares, em português e em inglês, têm, desde dia 1 de Janeiro, novos horários, indo assim ao encontro das necessidades de quem nos visita.

 

O início de 2016 representa também um desafio de comunicação para a Casa Fernando Pessoa, com uma nova imagem gráfica, desenvolvida pela GBNT - Shaping Communication. A nova imagem expressa a vontade de a CFP ser “um espaço aberto à participação da comunidade, seguindo o objectivo de aproximar a literatura e a poesia dos públicos (…)  e de continuar a valorizar, divulgar e estimular o conhecimento e o reconhecimento da obra de Fernando Pessoa.”

 

A proposta de imagem desenvolvida pela GBNT “surge a partir da essência literária de Fernando Pessoa, transpondo-a para uma representação iconográfica de “casa”. A multiplicidade gráfica que a caracteriza vem representar os principais heterónimos de Pessoa. A nova marca Casa Fernando Pessoa assume em si uma enorme simbologia, com múltiplos significados que comunicam através de formas simples e dinâmicas.  Esta é a Casa Fernando Pessoa, uma casa que é, simultaneamente, muitas outras: aberta, múltipla, universal.” A nova imagem expressa, acima de tudo, a vontade de comunicar e de trabalhar a missão da Casa Fernando Pessoa. (vídeo aqui)

 

Vemo-nos por cá, até breve.

publicado por CFP às 14:08
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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2016

RESPIRANDO PESSOA - AO SOM DOS SEUS PASSOS POR LISBOA

VISITA UNIVERSIDADE SÉNIOR_20151216 (31).JPG

 

Era a última aula de 2015. E pelas 15:30 encontramo-nos todos diante da tua cadeira, sentado, como se ainda hoje bebesses o teu café. Sentes saudades da tua Lisboa?

 

Com um livro na mão, Fernando Pessoa quase virava as costas para Camões. Conhecia bem a sua obra, que para ele, era o passado. Os feitos, as descobertas, e a glória. Mas não os Homens e os seus sonhos. Com grande entusiasmo entrámos na Brasileira, e ali, senti mais profundamente o perfume do teu café, Pessoa, enchendo o ar, mesmo ao lado do meu carioca de limão.

 

E olhando o balcão comprimido, apinhado de ausências, começamos a fazer-te companhia, lendo as tuas cartas a Armando Côrtes-Rodrigues, sobre o teu novo projecto - a Revista Orpheu. Dissemos também inesquecíveis poemas. Ficámos com o teu génio retratado dentro de nós, brilhando nos nossos olhos.

Professor e alunos eramos um só, na emoção e alegria por estarmos ali contigo.

 

Atravessámos a rua e entrámos na Igreja dos Mártires. A primeira coisa que quisemos ver foi a pia batismal onde foste baptizado, nas tuas vestes brancas, ao colo da tua mãe adorada e do teu pai, amigo e sereno.

 

Ao ver a igreja antiga e ainda majestosa, senti que tu irias dizer que precisava de ser mais bem preservada. Concordo. Tens razão! Mas deixemos esses pormenores para sair para a tarde fria com um calor enorme no coração…. Estamos vivendo o teu passado feliz. Seguimos ao som dos teus passos até mais abaixo, até ao lugar de origem, a 13 de Junho de 1888.

 

Estávamos no Largo de São Carlos. Mesmo em frente, nasceste tu naquele 4.º andar esquerdo. Era um prédio imponente. Em todos nós o tempo parou, como se te víssemos correr por entre a varanda, onde, certamente brincaste.

 

À tua porta está colocada uma placa dizendo que ali nasceste, e mesmo à entrada do teu prédio estava, estática, uma grande estátua, livro-homem, ou o homem cabeça de livro aberto, afinal como tu foste toda a vida: em tantos autores, em tantas obras, em tantos trajetos e projetos que a tua vida abriu ao teu intelecto, universal.

 

Por nós vibrava uma emoção surda de quem vive um momento único.

 

Mais uma vez evocámos outros poemas teus. Lindos. Vírgula, a vírgula, estrofe a estrofe, eras música para quem nos ouvia. O São Carlos também foi teu guardador de infância. Naquele teu 4.º andar olhavas as carruagens cheias de gente muito bem vestida. Pareciam fazer parte das tuas estórias de meninice. Nasceste num lugar nobre, num encontro privilegiado entre a música erudita e as tuas palavras, únicas, num futuro não muito longínquo. Só podias ter nascido ali, com a cultura que abriu os teus olhos para o mundo. Aqui ainda foste feliz, mas depois, pobre criança, sofreste a tragédia de perder o teu pai querido. As lágrimas correram certamente pelos teus brinquedos e folhas de papel, que foram também os apontamentos que mais tarde se multiplicaram, incandescentes, em tantos e tantos livros, cadernos e apontamentos, alguns ainda por descobrir.

 

As tuas palavras são douradas, encandeadas pelo sol que as aquecia. Daí a minutos já estávamos perto do Martinho da Arcada, onde o teu cantinho preferido ficava quase escondido dos outros que não faziam parte do teu mundo. Sentavas-te naquela mesa com a chávena de café à tua espera, com o teu cinzeiro, com alguns dos teus livros e o copo pequeno para aquecer.

 

Por cima, na prateleira, estava o teu chapéu. Pelas paredes que chegavam até à tua mesa estavam folhas de jornais, estrangeiros e portugueses, falando de ti com admiração – eras o escritor homenageado, o poeta, o jornalista, o contador de estórias admiráveis que vivia ainda um novo mundo, cintilando como uma estrela, na noite que se avizinha. Em tua homenagem dissemos mais poemas, com emoção e alegria de te sentir mais perto, mais dentro de nós.

 

Quando nos despedimos, emocionados, pareceu-me ouvir a tua voz…

 

“Sinto-me nascido a cada momento

Para a eterna novidade do mundo.”

 

Helena Feital

Lisboa, quase Natal de 2015

 

Helena Feital é aluna da disciplina de Introdução aos Estudos Pessoanos da Universidade Sénior de Campo de Ourique.

publicado por CFP às 15:49
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2015

A fechar o ano.

A fechar o ano, voltamos ao centenário da Orpheu e propomos duas actividades para os mais pequenos: uma oficina com Margarida Fonseca Santos e três dias a descobrir Os Modernistas.  

 

Na próxima quarta, dia 16 de Dezembro, das 10h30 às 17h30, o colóquio Orpheu, e agora? traz à CFP Fernando Moraes Gebra, Annabela Rita, José Blanco, Maria de la Sallette Loureiro, Pedro Teixeira da Mota, Anabela Almeida e Dionísio Vila Maior para fazer o balanço do ano e do legado da Orpheu no contexto das artes luso-brasileiras. Este colóquio é uma organização de Fernando Moraes Gebra, Universidade Federal de Fronteira Sul, CLEPUL/Universidade de Lisboa.

 

Para o fecho do ano e em tempo de pausa escolar, o Serviço Educativo da Casa Fernando Pessoa preparou duas actividades: a primeira para pais e crianças, a segunda de dia inteiro, para começar bem as férias.

 

Da música à palavra! é a oficina de escrita criativa desenvolvida por Margarida Fonseca Santos, um jogo de música, palavras e significados (sábado, dia 19 de Dezembro, às 16h00).

 

Em Os Modernistas, oficina de dia inteiro de 21 a 23 de Dezembro, das 10h00 às 17h00, as crianças são convidadas a conhecer Sonia Delaunay, Amadeo de Souza-Cardoso, Santa-Rita Pintor, Almada Negreiros e Júlio Pomar. Nesta oficina e através de exercícios plásticos como a decomposição geométrica e cubista familiarizam-se os mais novos com a linguagem modernista.

 

Todos os detalhes em www.casafernandopessoa.pt

 

Vemo-nos por cá, até breve.

publicado por CFP às 22:02
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015

ORPHEU - CEM ANOS DEPOIS

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No contexto da colaboração da Casa Fernando Pessoa com a Universidade do Porto, convidámos a Professora Maria de Fátima Marinho, vice-reitora dessa instituição, a partilhar connosco algumas ideias sobre a exposição "Orpheu e a sua época".

 

Tem sido política da Universidade do Porto a dinamização da cultura em estreita colaboração com as Faculdades que a compõem e com as instituições da cidade, da região Norte e do país. A agenda cultural da Universidade pauta-se por uma escolha criteriosa de temas e de atividades, que deverão ter em conta a atualidade do momento, mas que a deverão ultrapassar sempre que cheguem propostas aliciantes dos parceiros cuja colaboração é essencial para uma inserção efetiva e cooperante no seio da sociedade civil.

 

Em 2015, a celebração dos 100 anos da revista Orpheu pareceu-nos uma evidência impossível de ignorar. Sem querer repetir modelos adotados por outras instituições, sem querer esgotar tudo o que se poderia dizer ou escrever sobre o ambiente estimulante e vanguardista da Lisboa desse tempo, o departamento de cultura da Universidade decidiu assinalar a efeméride de modo simples mas sugestivo: uma conferência de Arnaldo Saraiva; a exibição do filme Desassossego de João Botelho, com a presença do realizador; uma exposição composta por objetos pessoais de Fernando Pessoa, pelos originais da revista Orpheu, números 1 e 2, pelas provas do nº 3 (propriedade da Casa Fernando Pessoa em Lisboa), por um quadro de Cruzeiro Seixas, Ruínas da Cidade Futura – Homenagem a Mário de Sá-Carneiro (1987) e uma escultura em bronze de Mário Cesariny, Fernando Pessoa Ocultista (propriedade da Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão).

 

O cenário da exposição é estimulante, acolhedor e intrigante. Uma estrutura de delimitação do espaço concentra os objetos num lugar limitado e atribui-lhes significado especial. A atmosfera que ali se respira convida a perceber a singularidade de cada peça, desde a máquina de escrever, aos óculos, ao bilhete de identidade, à certidão das notas do liceu de Durban, às edições originais do Orpheu e às peças recentes de Mário Cesariny e Cruzeiro Seixas. Quem não teve oportunidade de visitar a Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, e a Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, tem aqui uma pequena amostragem que lhe deverá aguçar o apetite para visitar as coleções completas.

 

Os objetos presentes nesta exposição, que estará aberta ao público até ao próximo dia 15 de dezembro, aliam a curiosidade do leigo ao gosto do estudioso e à fruição do esteta. A escolha dos objetos foi criteriosa e pretendeu atender ao gosto de um público que sabemos ser diversificado e de formações e interesses, por vezes opostos.

 

A parceria que se estabeleceu entre a Universidade do Porto, a Fundação Cupertino de Miranda de Vila Nova de Famalicão e a casa Fernando Pessoa constitui uma das estratégias da Universidade para promover uma atividade cultural que saia dos muros da instituição e que consiga chamar públicos diversificados oriundos de diversas áreas do conhecimento e de diferentes faixas etárias.

 

A adesão das Escolas Básicas e Secundárias é prova da oportunidade e da importância de iniciativas deste género.

 

Estamos convictos de que Universidade deverá ser um lugar de conhecimento na sua aceção mais alargada: aprendizagem tradicional (embora assente em novos paradigmas educativos), educação do sentido estético, criação de novos modos de apreender o real (tangível e intangível).

 

O desafio intelectual que tais iniciativas despertam, permitirá compreender o verdadeiro significado das seguintes passagens do poema «O Quinto Império» de Mensagem, de Fernando Pessoa:

 

Triste de quem vive em casa,

Contente com o seu lar,

Sem que um sonho, no erguer de asa,

Faça até mais rubra a brasa

Da lareira a abandonar!

 

Triste de quem é feliz!

Vive porque a vida dura.

Nada na alma lhe diz

Mais que a lição de raiz –

Ter por vida a sepultura

 

Eras sobre eras se somem

No tempo que em eras vem.

Ser descontente é ser homem.

(…)

 

Maria de Fátima Marinho

Vice-Reitora da Universidade do Porto

publicado por CFP às 12:35
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Na próxima semana, na CFP

Na próxima semana, regressam Filipa Leal e Inês Fonseca Santos, com o ciclo Os Espaços em Volta, os Solistas da Metropolitana, para mais um recital, e fechamos o ano de Sem casas não haveria ruas, com poesia e em família. Até lá e já este sábado, mais uma visita temática Amor+Pessoa.

 

Na próxima quarta, dia 9 de Dezembro, às 19h00, Filipa Leal e Inês Fonseca Santos sentam-se à conversa com Aldina Duarte, Maria do Rosário Pedreira e João Moreira. O ponto de partida para Os Espaços em Volta do Arrependimento são os 55 anos da canção Non, je ne regrette rien e o centenário de nascimento de Édith Piaf.

 

São peças de Schumann, Reinecke e Beethoven que os Solistas da Metropolitana trazem ao Auditório da CFP na sexta, dia 11 de Dezembro, às 19h00. "A música de câmara permite-nos ouvir distintamente cada instrumento, em particular. Neste programa, juntam-se ao piano quatro sopros que reconhecemos das filas mais recuadas da orquestra: o oboé, o clarinete, o fagote e a trompa."

 

Sábado, dia 12 de Dezembro, às 17h00, fechamos o ano de Sem casas não haveria ruas, com poesia e em família. Poemas para Salas Pequenas é um recital de Margarida Mestre e António-Pedro, com poesia de autores portugueses e para o público infantil. É da família dos Poemas para Bocas Pequenas, mas preparado para outros espaços.

 

Até lá e já este sábado, dia 5 de Dezembro, às 15h00, a visita temática Amor+Pessoa, a oportunidade para saber o que é e o que foi o Amor na obra e na vida de Fernando Pessoa.


Todos os detalhes em www.casafernandopessoa.pt

Vemo-nos por cá, até breve.

publicado por CFP às 00:40
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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2015

80 anos da morte de Pessoa

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São os 80 anos da morte de Fernando Pessoa que pontuam o fecho dos Dias do Desassossego. Até lá e nos próximos dias, a segunda mesa-redonda "Se a literatura salva?", a festa da música e da palavra no MusicBox, a oficina Desassossego Sussurrado, mais um passeio literário e as leituras de Alma Inquieta.

 

Na próxima segunda, dia 30 de Novembro, assinalam-se 80 anos sobre a morte de Pessoa. Para recapitular e ouvir estas oito décadas, a CFP apresenta um programa de memória e escrita, recriação e leitura. Às 19h00, no São Luiz Teatro Municipal , João Grosso interpreta Ode Marítima de Álvaro de Campos. Mais tarde, às 21h30, no Teatro da Cornucópia, Luis Miguel Cintra, com Guilherme Gomes, José Manuel Mendes e Luísa Cruz, apresenta A nossa natural angústia de pensar: Fernando Pessoa e as marcas que deixou na poesia portuguesaAo longo de todo o dia a visita à CFP será de entrada livre e, às 15h, oferece-se uma visita guiada a quem queira partilhar connosco esta data. 

 

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Até lá e nos próximos dias, o programa dos Dias do Desassossego ainda tem conversa, música e palavra dita. Sexta, dia 27 de Novembro, às 18h30, na CFP, Luís Caetano (Antena 2) conversa com Laborinho Lúcio e Gabriela Canavilhas, sobre literatura e experiências de leitura, sobre os "livros que fizeram estes leitores"; no mesmo dia, a partir das 23h30, no MusicBox, em A voz dos livros, Ana Deus e Nicolas Tricot apresentam o CD e livro Bruta/Doutor Tristeza e a dupla Rui Hermenegildo (DJ) e Ricardo Henriques (autor) confrontam música e palavra num serão que promete ser de festa e dança. 

 

Sábado, dia 28, das 10h00 às 12h30, na Fundação José Saramago, a oficina de construção poética, Desassossego Sussurrado, é aberta a todos. Nos próximos dias, Miguel Horta, mediador de leitura, trabalhará com um grupo do Hospital Júlio de Matos, concretizando uma ideia de inclusão pela palavra e pela poesia. No sábado à tarde, ambos os grupos saem à rua e partilhando a poesia com a cidade. Também no sábado, às 14h00, mais um passeio literário, desta feita, seguindo os passos de O ano da morte de Ricardo Reis.

 

Domingo, dia 29, o ponto de encontro é o Largo de São Carlos. A partir das 17h00, A alma inquieta reúne no largo onde nasceu Pessoa, as leituras de Carla Bolito, Marcello Urgeghe, Miguel Loureiro e Paulo Pinto, numa viagem literária que convoca autores como Cesário Verde, Almeida Garrett, Jorge de Sena, Antonio Tabucchi, José Saramago e Fernando Pessoa.

 

Ao longo destes dias, continua também a intervenção de arte pública da GAU - Galeria de Arte Urbana (DMC/CML): na Rua do Alecrim com Mariana Dias Coutinho e no espaço da CFP com Leonor Brilha. Às duas o mesmo desafio: o desassossego dos livros e da leitura e os dois autores.

 

Dias do Desassossego, leituras que lançam perguntas, rebatem ideias, inquietam. Música, cinema, palavra dita.

 

publicado por CFP às 17:36
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2015

A seguir: visita temática e Fausto Digital

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Nos próximos dias: a visita temática Almada em Pessoa e a apresentação do projecto Fausto Digital.


Almada em Pessoa, sábado, dia 28 de Novembro, às 15h00, é a visita temática em que, sob a orientação de Orpheu, nos 100 anos da publicação da revista que galvanizou o circuito literário e artístico português, o visitante é convidado a, por momentos, fazer parte da obra de Almada Negreiros e a descobrir todos os seus segredos.  

 

Dia 2 de Dezembro, quarta, às 19h00, apresenta-se Fausto Digital, um projecto do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa que tem por objectivo a inventariação e disponibilização online dos fragmentos que constituem o Fausto de Fernando pessoa. A apresentação conta com Jerónimo Pizarro, José Camões, Filipa Freitas e Nicolás Barbosa.

 

Todos os detalhes em www.casafernandopessoa.pt


Vemo-nos por cá, até breve.

publicado por CFP às 10:49
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Informações e contactos

www.casafernandopessoa.pt

Morada:

Rua Coelho da Rocha, 16, Campo de Ourique 1250-088 Lisboa

Tel: 21 391 32 70

@: info@casafernandopessoa.pt

Horário: Segunda a Sábado das 10:00 às 18:00 (última entrada às 17h30)

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