Terça-feira, 30 de Novembro de 2010

Intensa admiração

 

A INÚTIL é uma revista de experimentação do registo poético através da ESCRITA e da IMAGEM. Em cada revista 1 tema, 1 convidado central, e muitos textos, poemas, ilustrações e fotografias, de autores conhecidos e reconhecidos, e de autores estreantes. Até agora foram publicados 2 números e colaboraram poetas como José Luís Peixoto, Nuno Júdice, Amadeu Baptista, entre muitos outros, e convidados menos conhecidos pela aventura poética como Nicolau Santos ou Ana Zanatti. OLGA RORIZ e BERNARDO SASSETTI foram os convidados centrais dos primeiros 2 números. NA INÚTIL 3, a ser lançada agora, esse lugar de destaque pertence à escritora e poetisa MARIA TERESA HORTA, que colabora com poemas, alguns deles inéditos, e responde a 3 perguntas da INÚTIL. O tema da INÚTIL 3 é A PELE. O lançamento da INÚTIL 3 é no próximo dia 2 de Dezembro, pelas 19 horas na Casa Fernando Pessoa. A apresentação fica a cargo de Inês Fonseca Santos. Albano Jerónimo, André Gago, Ivo Canelas são alguns dos actores convidados para a leitura de poemas. A entrada é livre.

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publicado por CFP às 16:14
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Poesia no meu Bairro

 

Percorrendo um trajecto literário que o completa enquanto escritor de viagens, de conto, de literatura infantil e de poesia, António Barroso Cruz regressa ao seu Bairro (Campo de Ourique), transportando memórias poéticas em figurinos ocidentais (Poesia(s) do Desassossego) e orientais (Haiku – micropoesia). Publicado em Portugal, Brasil, Itália e Japão, o autor é colaborador permanente e assíduo em jornais diários, semanários, revistas e publicações de cariz cultural, vestindo por vezes a pele de actor de teatro e autor/apresentador de programas televisivos e eventos culturais. Neste regresso ao Bairro que o viu nascer e crescer enquanto descobridor de mundos e de gentes, António Barroso Cruz estará presente na Casa Fernando Pessoa, no dia 7 de Dezembro pelas 18h30.

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publicado por CFP às 14:55
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Júri invoca falta de qualidade dos textos para não atribuir Prémio Leya

O júri do Prémio Leya 2010 decidiu não atribuir a distinção relativa a este ano por considerar que os textos originais apresentados a concurso “se apresentam prejudicados por limitações na composição narrativa e por fragilidades estilísticas”. No final da reunião que decorreu em Alfragide, sede do grupo editorial, o júri considerou ainda que as obras concorrentes “não correspondem à importância e ao prestígio do Prémio Leya no âmbito das literaturas de língua portuguesa”. Para a edição deste ano, o júri presidido por Manuel Alegre e constituído também por José Carlos Seabra Pereira, Nuno Júdice, Pepetela, Carlos Heitor Cony, Rita Chaves e João Amaral analisou quatro obras finalistas (três de autores portugueses e uma de autor brasileiro) a partir de uma pré-selecção, realizada pela Leya, dos 325 títulos enviados a concurso. O prémio, de 100 mil euros – e que é o maior em valor pecuniário no domínio da literatura de expressão portuguesa –, foi criado em 2008 e nas duas primeiras edições foi conquistado pelo brasileiro Murilo Carvalho, com a obra O Rastro do Jaguar (2008), e pelo moçambicano João Paulo Borges Coelho, com O Olho de Hertzog (2009). (fonte: Público)

publicado por CFP às 13:59
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Morreu a poeta russa Bella Akhmadulina

 

A poeta russa Bella Akhmadulina, um dos nomes maiores da literatura contemporânea russa, morreu esta segunda-feira, aos 73 anos. A notícia foi dada pelo marido, Boris Meserer, adiantando que Akhmadulina não resistiu a problemas cardíacos. Estava na sua casa, em Peredelkino, conhecida como a aldeia das “datchas”, nos arredores de Moscovo. Nascida em 1937, Akhmadulina publicou os primeiros poemas em 1955, na revista Outubro e rapidamente se tornou célebre no país, dominado então pelo regime soviético. Um ano antes, casara com Evgueni Evtuchenko, um dos poetas mais célebres da breve abertura cultural que se seguiu à morte de Estaline. Ao desanuviamento segue-se novo período de chumbo, e nas décadas seguintes não só desafiará o regime – participará no almanaque Metropol, que desafia a censura – como sairá a público em defesa de poetas ou dissidentes, como o físico nuclear e Nobel da Paz Andrei Sakharov, a quem os ideais pacifistas valeram o exílio interno. (fonte: Público)

publicado por CFP às 13:52
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Hoje há provérbios

publicado por CFP às 09:57
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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

Hilary Mantel premiada

 

A escritora Hilary Mantel foi distinguida com o Prémio de Autora Britânica do Ano pelos Galaxy National Book Awards do Reino Unido, pelo romance Wolf Hall, obra editada em Portugal pela Civilização Editora em Abril. Foi também com este título que a autora britânica venceu o Man Booker Prize de 2009. Este ano, para além de ter voltado a ser nomeada para o Orange Prize, a escritora surgiu à frente de autores como Maggie O'Farrel, David Mitchell ou Kate Atkinson, e venceu o Walter Scott Prize. Aos 58 anos, e com mais de uma dezena de livros editados, Hilary Mantel já recebeu várias distinções ao longo da sua carreira. Em 1987 venceu o Shiva Memorial Prize e, três anos mais tarde, com o livro Fludd, conquistou o Southern Arts Literature Prize, o The Cheltenham Prize e ainda o Winifred Holtby Prize. Em 2006, com o título Beyond Black, foi finalista de dois importantes prémios literários: Commonwealth Writers Prize (para a região da Euroásia, na categoria de Melhor Livro) e Orange Prize na categoria de ficção. (fonte: DN)

publicado por CFP às 17:31
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Ana María Matute vence Prémio Cervantes

 

A escritora catalã Ana María Matute, de 85 anos, ganhou o Prémio Cervantes, o mais importante da língua espanhola. A distinção foi anunciada pela ministra da Cultura espanhola, Ángelez González-Sinde, que se disse muito agradada pela decisão de eleger uma mulher, a terceira na história do Prémio Cervantes. Matute é considerada uma das autoras mais importantes da época posterior à Guerra Civil Espanhola, fazendo frequentemente referências ao conflito na sua obra. Este era o prémio que faltava à escritora que recebeu o Prémio Nacional das Letras (2007), o Prémio Nacional da Literatura e da Crítica (com Los Hijos Muertos), o Prémio Nadal 1959 (com Primeira Memória), o Prémio Planeta 1954 (com Pequeno Teatro) e o Prémio Ciutat de Barcelona 1966 (com El Verdadero Final de la Bella Durmiente). O Cervantes, que reconhece o conjunto da obra de um escritor, é acompanhado de um prémio de 125 mil euros. (fonte: Público)

publicado por CFP às 17:20
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Gonçalo M. Tavares recebe Prémio do Melhor Livro Estrangeiro publicado em França

 

Gonçalo M. Tavares recebeu o Prémio do Melhor Livro Estrangeiro publicado em França em 2010 pelo seu livro Aprender a rezar na Era da Técnica, editado em Portugal pela Caminho. O prémio, criado em 1948 por Robert Carlier e André Bay e patrocinado pelo hotel parisiense Regency Madeleine, distinguiu obras como O Homem Sem Qualidades (1958), de Robert Musil, ou Cem Anos de Solidão (1969), de Gabriel Garcia Marquez, e outros autores como Kawabata, Soljenitsin, Guillermo Cabrera Infante, John Updike, Adolfo Bioy Casares, Mario Vargas Llosa, Günter Grass, Salman Rushdie, Orhan Pamuk ou Philip Roth. Até hoje só outro autor português venceu este prémio: António Lobo Antunes. Aprender a rezar na Era da Técnica (quarto romance da série O Reino, depois de Um Homem: Klaus Klump, A Máquina de Joseph Walser e Jerusalém) é o sétimo livro do escritor editado em França. Antes de conquistar o Prémio do Melhor Livro Estrangeiro, o mesmo livro fora já finalista de outros dois prémios literários de grande prestígio, o Femina e o Médicis. (fonte: Público)

publicado por CFP às 17:04
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Sexta-feira, 26 de Novembro de 2010

Recital à brasileira

 

Neste recital, as actrizes Elisa Lucinda e Geovana Pires vertem para os espectadores um olhar brasileiro sobre a obra de Fernando Pessoa. Concebido como uma interpretação informal, os poemas dos heterónimos ganham nova moldura nas vozes e nos corpos das actrizes, que já viveram no teatro as figuras de Álvaro de Campos e Alberto Caeiro, através da peça A natureza do olhar que foi um sucesso de público e crítica. Elisa Lucinda, também poeta e fundadora da Casa Poema, sede da Escola Lucinda de Poesia Viva, há doze anos que ensina e diz poesia de forma simples, coloquial e encantadora, fazendo com que as palavras reassumam o seu poder gerador de imagens. Geovana Pires forma com ela uma dupla divertida e emocionante, que nos revela parte da dor e do humor do génio português. Dia 3 de Dezembro pelas 18h30 na Casa Fernando Pessoa. Entrada livre.

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publicado por CFP às 13:10
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Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010

Um convite ao Desassossego

 

 

Eduardo Lourenço, Teresa Rita Lopes, Caetano Veloso e João Botelho são alguns dos colaboradores do primeiro número da revista PESSOA, a ser lançada no 2º Congresso Internacional Fernando Pessoa, no Teatro Aberto, em Lisboa, entre 23 e 25 de Novembro. A edição bilingue e trimestral promete dar lugar ao ensaio e à poesia. De acordo com a Directora da Casa Fernando Pessoa, “falta a Portugal uma revista de ensaio, que exceda os compartimentos da indagação literária – ensaio é experimentação, risco, excesso. A obra de Fernando Pessoa é isso: uma obra contaminada e contaminável, sem medo de cruzar e misturar fronteiras. Esta revista procura cumprir o desígnio desbravador dessa obra”. Aos ensaios publicados neste primeiro número da revista PESSOA junta-se um conjunto de poemas inéditos de Ana Luísa Amaral e Maria Lúcia Dal Farra, bem como portefólios de José David, Jorge Colombo e Graça Morais. Destaque ainda para a divulgação do Filme do Desassossego de João Botelho, e da Biblioteca Particular de Fernando Pessoa, agora também online pela mão de Jerónimo Pizarro, Patrício Ferrari e Antonio Cardiello. A nova edição da Casa Fernando Pessoa conta ainda, no Conselho Editorial, com Fernando Cabral Martins, Fernando J. B. Martinho, Perfecto E. Cuadrado ou Richard Zenith, entre outros. Uma revista que é também, garante Inês Pedrosa, um “convite ao Desassossego”.

publicado por CFP às 18:33
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Informações e contactos

www.casafernandopessoa.pt

Morada:

Rua Coelho da Rocha, 16, Campo de Ourique 1250-088 Lisboa

Tel: 21 391 32 70

@: info@casafernandopessoa.pt

Horário: Segunda a Sábado das 10:00 às 18:00 (última entrada às 17h30)

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